O SR. JOSÉ CÂNDIDO - PT - SEM REVISÃO DO ORADOR - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, telespectadores da TV Assembleia, assomo à tribuna na tarde de hoje para comentar algo que nos chama atenção em pleno século XXI.
Passo a ler documento para que conste nos Anais da Casa.
“OIT adota Convenção para proteção de trabalhadores domésticos.
Os 183 membros da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aprovaram na semana passada em Genebra uma histórica Convenção sobre o trabalho doméstico, que pretende garantir condições de trabalho decentes a milhões de pessoas, em sua maioria mulheres negras.
O texto da Convenção, discutido desde o início da 100a Assembleia da OIT, foi adotado sob muitos aplausos por 396 votos a favor, 16 contra e 63 abstenções por parte dos representantes de governos, organizações patronais e sindicatos dos países que fazem parte da organização.
“É um momento histórico para o mundo inteiro”, comemorou o secretário-geral da OIT, o chileno Juan Somavía, em declarações à imprensa.
“Esta convenção estabelece que os empregados domésticos são trabalhadores” e que “ser um trabalhador significa ter direitos, uma voz, acesso a uma vida decente”, acrescentou.
Uruguai e Filipinas já anunciaram a intenção de ratificar o texto de maneira rápida. O Brasil votou a favor!
Para a OIT, a aprovação do texto é “histórica”, já que constitui o primeiro instrumento jurídico internacional vinculante em prol dos trabalhadores domésticos, que representam pelo menos 52,6 milhões de pessoas no mundo.
Segundo os dados do secretariado da OIT (BIT), os empregados domésticos - faxineiros, cozinheiros, jardineiros, babás - representam, no mínimo, de 52,6 milhões de pessoas no mundo, ou seja, de 4 a 10% dos trabalhadores nos países em desenvolvimento e até 2,5% nos países industrializados.
Mas os dados podem ser muito superiores e podem atingir 100 milhões de pessoas, com alguns países reduzindo suas estatísticas, indica o BIT.
Pelo fato de muitos deles receberem salários baixos (o trabalho doméstico faz parte das profissões com menores remunerações, de acordo com o BIT) e serem submetidos a cargas horárias extensas, a convenção deve garantir a essas pessoas um tratamento semelhante ao concedido a outras categorias de trabalhadores.
Ela prevê principalmente a garantia a esses trabalhadores, dos quais a grande maioria são mulheres, de um dia de descanso por semana e pretende impedir que os empregadores obriguem seus funcionários domésticos a permanecer no local de trabalho durante suas férias.
Pede também aos governos que verifiquem que os termos dos contratos desses trabalhadores sejam compreensíveis.
Enquanto a grande maioria aceitou, incluindo os países do Golfo, a índia, a Indonésia ou Bangladesh, que hesitavam a princípio, alguns países se abstiveram, como o Reino Unido.
A representante britânica explicou que Londres “não estará em condição de ratificar o texto”, já que, segundo ela, “já oferece uma ampla proteção aos empregados domésticos”.
A Convenção não será obrigatória para os Estados que não a ratificarem, o que pode limitar seu impacto, principalmente em alguns países reticentes onde há um grande número de trabalhadores domésticos.
Apesar disso, a diretora do programa sobre as condições de emprego da OIT, Manuela Tomei, manifestou o seu otimismo em relação à ratificação do texto que foi concebido, segundo ela, com muitas “flexibilidades” para poder ser mais facilmente adaptável às leis nacionais.
Vinte e sete de abril, dia da empregada doméstica: Negras somam 20,1% do total de trabalhadoras domésticas.
“Comemorado” no dia 27 de abril, não há o que celebrar no dia da empregada doméstica. No Brasil, cerca de 7,2 milhões de trabalhadores exercem a profissão.
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNDA) do IBGE, realizada em 2008, cerca de 20,1% desse total de trabalhadoras são negras. Dentre as brancas, amarelas e indígenas, o número de mulheres na ocupação não passa de 12% do total.
No que diz respeito a condições de trabalho, 26,8% do total de empregadas domésticas não têm carteira assinada. Desse total, 59,2% são negras. Já o salário da trabalhadora doméstica negra (cerca de R$280,00 entre as trabalhadoras sem carteira assinada) chega a ser quase 10% menor do que a trabalhadora branca (cerca de R$330,00).
A grande maioria é de cor negra e de baixa escolaridade, segundo a presidente da categoria, Creuza Maria de Oliveira.
Segundo Creuza, a atividade vem da época da escravidão, razão pela qual a empregada doméstica é geralmente negra:
“O trabalho doméstico no Brasil é executado por mulheres negras, que não tiveram a oportunidade de ir para uma faculdade, por exemplo, e o trabalho que é valorizado é o acadêmico”, afirmou.
A assistente de programas da Organização das Nações Unidas para as mulheres, a ONU Mulheres, Danielle Valverde, afirmou que a maioria das trabalhadoras domésticas não chega a concluir o ensino básico.
“É um trabalho que tem grande componente de gênero, porque é exercido por mulheres, e também étnicorracial. No caso do Brasil, é feito por mulheres negras. Na América Latina, é um emprego exercido em grande parte por mulheres indígenas”, afirmou.
Fonte de pesquisa: site Uol”
Todos sabemos que os empregados domésticos ainda não têm direito a fundo de garantia. Quando moram na casa dos patrões, muitas vezes são obrigados a trabalhar nas férias. Enfim, são muitas as irregularidades que acontecem com os empregados domésticos.
Boa parte dos países se absteve, pois ainda tem, lamentavelmente, o vício de continuar fazendo os empregados domésticos de escravos.
Como disse no começo do meu discurso, em pleno século XXI ainda existe trabalho escravo regulamentado em todo o mundo. Isso é de se assustar. Mas ainda há empregados domésticos que nem sequer têm registro em carteira profissional e, quando são mandados embora, ou quando ficam velhos, sem condições de trabalhar, ficam sem condições de sobreviver, pois não possuem nenhum documento.
Discurso que proferi na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a 069ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 22 de junho.
Deputado Estadual José Candido
sábado, 25 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
CANDIDO COMENTA O ENCONTRO ESTADUAL DO PT E A BATALHA DOS PROFESSORES
O SR. JOSÉ CÂNDIDO - PT - SEM REVISÃO DO ORADOR - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, público presente, telespectadores da TV Assembleia, funcionários, mais uma vez utilizo a tribuna para fazer comentários de rotina.
Hoje, nesta tribuna, já foram feitos vários discursos, várias denúncias, e é esse nosso papel de deputados, apurar o que acontece no dia a dia no Estado de São Paulo.
Quero falar a respeito de um grande encontro que houve na Cidade de Sumaré, onde participaram as 20 macrorregiões regiões do Estado de São Paulo, mais de mil delegados com a oportunidade de discutir política, até mesmo com a presença do nosso filiado maior, que é o Presidente Lula.
Quero dizer com isso, Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, que me orgulho de fazer parte de um partido organizado, de um partido que começa a discussão na base e culmina com um encontro estadual. Nesse tipo de encontro, sempre surgem várias propostas, muita unidade e é disso que o Estado de São Paulo e o Brasil precisam, trabalharem unidos por políticas públicas, porque a política que é para servir, e não para ser servido, tem que ser discutida dessa maneira.
Hoje este Deputado recebeu uma visita, no gabinete, de membros da Associação dos Professores Aposentados e Pensionistas do Estado de São Paulo. Vieram a esta Casa para protocolar uma emenda a um projeto de lei que está tramitando nesta Casa. Se essa emenda não for aceita, essas pessoas vão ficar desamparadas mais uma vez com essa divisão feita pelo Governo do Estado.
Olhei na fisionomia de cada um que esteve presente no meu gabinete e tracei uma linha de pensamento. São educadores, são pessoas que desde jovens têm a tarefa de mostrar para todos o principal, que é aprender a ler, a escrever, a fazer política, iniciar um curso no futuro para uma profissão melhor, e às vezes, depois de anos de trabalho, depois de aposentados, entram na rua da amargura, tendo que brigar por um salário para, pelo menos, o seu próprio sustento.
Percebemos que aqui no Brasil as pessoas se aposentam para morrer, aposentam para passar fome, aposentam e precisam de um "bico" para sobreviver, para ter o mínimo necessário.
As professoras de todo o Estado de São Paulo vieram fazer um apelo a esta Casa de Leis. Elas disseram que os Deputados do Partido dos Trabalhadores têm lutado por elas, mas elas querem que os Deputados do PT sensibilizem o outro lado dos pares, para elas poderem ter um lugar ao sol.
É lamentável saber que depois de anos de trabalho os nossos mestres, as pessoas que nos ensinam, às vezes têm que mendigar para ter o mínimo para sobreviver.
Muito obrigado, Sr. Presidente.
Discurso que proferi na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a 068ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 21 de junho.
Deputado Estadual José Candido
Hoje, nesta tribuna, já foram feitos vários discursos, várias denúncias, e é esse nosso papel de deputados, apurar o que acontece no dia a dia no Estado de São Paulo.
Quero falar a respeito de um grande encontro que houve na Cidade de Sumaré, onde participaram as 20 macrorregiões regiões do Estado de São Paulo, mais de mil delegados com a oportunidade de discutir política, até mesmo com a presença do nosso filiado maior, que é o Presidente Lula.
Quero dizer com isso, Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, que me orgulho de fazer parte de um partido organizado, de um partido que começa a discussão na base e culmina com um encontro estadual. Nesse tipo de encontro, sempre surgem várias propostas, muita unidade e é disso que o Estado de São Paulo e o Brasil precisam, trabalharem unidos por políticas públicas, porque a política que é para servir, e não para ser servido, tem que ser discutida dessa maneira.
Hoje este Deputado recebeu uma visita, no gabinete, de membros da Associação dos Professores Aposentados e Pensionistas do Estado de São Paulo. Vieram a esta Casa para protocolar uma emenda a um projeto de lei que está tramitando nesta Casa. Se essa emenda não for aceita, essas pessoas vão ficar desamparadas mais uma vez com essa divisão feita pelo Governo do Estado.
Olhei na fisionomia de cada um que esteve presente no meu gabinete e tracei uma linha de pensamento. São educadores, são pessoas que desde jovens têm a tarefa de mostrar para todos o principal, que é aprender a ler, a escrever, a fazer política, iniciar um curso no futuro para uma profissão melhor, e às vezes, depois de anos de trabalho, depois de aposentados, entram na rua da amargura, tendo que brigar por um salário para, pelo menos, o seu próprio sustento.
Percebemos que aqui no Brasil as pessoas se aposentam para morrer, aposentam para passar fome, aposentam e precisam de um "bico" para sobreviver, para ter o mínimo necessário.
As professoras de todo o Estado de São Paulo vieram fazer um apelo a esta Casa de Leis. Elas disseram que os Deputados do Partido dos Trabalhadores têm lutado por elas, mas elas querem que os Deputados do PT sensibilizem o outro lado dos pares, para elas poderem ter um lugar ao sol.
É lamentável saber que depois de anos de trabalho os nossos mestres, as pessoas que nos ensinam, às vezes têm que mendigar para ter o mínimo para sobreviver.
Muito obrigado, Sr. Presidente.
Discurso que proferi na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a 068ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 21 de junho.
Deputado Estadual José Candido
segunda-feira, 13 de junho de 2011
SITUAÇÃO DA SANTA CASA DE SUZANO
O SR. JOSÉ CÂNDIDO - PT - Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, ontem (08 de junho), tivemos aqui uma forte discussão sobre a Santa Casa de Suzano.
Sr. Presidente, passo a ler o comunicado sobre a situação de Santa Casa de Suzano:
“A Prefeitura de Suzano vem a público esclarecer os fatos sobre a atual situação da Santa Casa de Misericórdia de Suzano, que está sob a nossa intervenção desde 11 de agosto de 2009.
Em primeiro lugar, queremos deixar claro, à população da cidade e de outros municípios, que o atendimento na Santa Casa de Misericórdia de Suzano segue regularmente com qualidade e segurança.
Em 3 de junho de 2011, a Vigilância Sanitária Estadual determinou a interdição parcial da UTI Neonatal do hospital. A medida está relacionada a falhas físico-funcionais de um prédio com mais de 50 anos de uso, que concentra normas arquitetônicas ultrapassadas. A Prefeitura de Suzano está empenhada em realizar todas as adaptações necessárias para garantir o cumprimento das normas sanitárias vigentes.
A interdição parcial significa, na prática, que a Santa Casa de Suzano não deve atender regularmente gestantes de alto risco - mães cujos bebês necessitem de UTI Neonatal. O serviço em nenhum momento, após a medida do órgão sanitário estadual, deixou de garantir aos partos de baixo risco, realizar a estabilização de complicações que venham a ocorrer durante o parto e encaminhar para outras referências na região.
Conforme indica o termo de penalidade não há relação entre os óbitos de bebês e a interdição na unidade de terapia intensiva neonatal. Também não está associada a infecção hospitalar. Bastaria a iminência de risco a que o órgão sanitário estadual determinasse a remoção dos bebês que permanecem na UTI Neonatal da Santa Casa de Suzano.
Setores insatisfeitos com a evolução da Santa Casa de Suzano, que é referendada por 93% dos usuários do serviço na Ouvidoria, tentam fechar o único atendimento hospitalar da cidade. Veiculam informações para confundir a população, por meio de dados sem credibilidade.
A intervenção da Prefeitura na Santa Casa teve resultados diretos na redução da mortalidade infantil no município. Em 2004, houve 94 óbitos de crianças com menos de um ano de idade, o que corresponde a uma taxa de mortalidade de 19,6 para cada mil nascidos vivos. Em 2010, o número de óbitos caiu para 46 e a taxa para 11 em cada mil nascidos vivos.
Não se pode admitir que a dor das famílias seja utilizada de maneira oportunista.
A prefeitura de Suzano seguirá empenhada em fortalecer o Sistema Único de Saúde, que inclui a Santa Casa de Suzano, como equipamento que deve cumprir a sua função social de atendimento público e gratuito a toda população.”
Este foi o comunicado feito no jornal Diário de Suzano, para que a população fosse esclarecida e não ficasse pensando que a Saúde está um caos.
Houve, sim, a interdição parcial, mas a Santa Casa continua atendendo toda a Cidade de Suzano porque infelizmente é o único hospital que está dando conta da Saúde da população de Suzano, que tem quase 300 mil habitantes.
Discurso que proferi na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a 060ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 09 de junho.
Deputado Estadual José Candido
Sr. Presidente, passo a ler o comunicado sobre a situação de Santa Casa de Suzano:
“A Prefeitura de Suzano vem a público esclarecer os fatos sobre a atual situação da Santa Casa de Misericórdia de Suzano, que está sob a nossa intervenção desde 11 de agosto de 2009.
Em primeiro lugar, queremos deixar claro, à população da cidade e de outros municípios, que o atendimento na Santa Casa de Misericórdia de Suzano segue regularmente com qualidade e segurança.
Em 3 de junho de 2011, a Vigilância Sanitária Estadual determinou a interdição parcial da UTI Neonatal do hospital. A medida está relacionada a falhas físico-funcionais de um prédio com mais de 50 anos de uso, que concentra normas arquitetônicas ultrapassadas. A Prefeitura de Suzano está empenhada em realizar todas as adaptações necessárias para garantir o cumprimento das normas sanitárias vigentes.
A interdição parcial significa, na prática, que a Santa Casa de Suzano não deve atender regularmente gestantes de alto risco - mães cujos bebês necessitem de UTI Neonatal. O serviço em nenhum momento, após a medida do órgão sanitário estadual, deixou de garantir aos partos de baixo risco, realizar a estabilização de complicações que venham a ocorrer durante o parto e encaminhar para outras referências na região.
Conforme indica o termo de penalidade não há relação entre os óbitos de bebês e a interdição na unidade de terapia intensiva neonatal. Também não está associada a infecção hospitalar. Bastaria a iminência de risco a que o órgão sanitário estadual determinasse a remoção dos bebês que permanecem na UTI Neonatal da Santa Casa de Suzano.
Setores insatisfeitos com a evolução da Santa Casa de Suzano, que é referendada por 93% dos usuários do serviço na Ouvidoria, tentam fechar o único atendimento hospitalar da cidade. Veiculam informações para confundir a população, por meio de dados sem credibilidade.
A intervenção da Prefeitura na Santa Casa teve resultados diretos na redução da mortalidade infantil no município. Em 2004, houve 94 óbitos de crianças com menos de um ano de idade, o que corresponde a uma taxa de mortalidade de 19,6 para cada mil nascidos vivos. Em 2010, o número de óbitos caiu para 46 e a taxa para 11 em cada mil nascidos vivos.
Não se pode admitir que a dor das famílias seja utilizada de maneira oportunista.
A prefeitura de Suzano seguirá empenhada em fortalecer o Sistema Único de Saúde, que inclui a Santa Casa de Suzano, como equipamento que deve cumprir a sua função social de atendimento público e gratuito a toda população.”
Este foi o comunicado feito no jornal Diário de Suzano, para que a população fosse esclarecida e não ficasse pensando que a Saúde está um caos.
Houve, sim, a interdição parcial, mas a Santa Casa continua atendendo toda a Cidade de Suzano porque infelizmente é o único hospital que está dando conta da Saúde da população de Suzano, que tem quase 300 mil habitantes.
Discurso que proferi na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a 060ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 09 de junho.
Deputado Estadual José Candido
PARABÉNS ARUJÁ
O SR. JOSÉ CÂNDIDO - PT - Sr. Presidente, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, telespectador da TV Assembleia, a minha participação na tribuna é para parabenizar uma cidade da região metropolitana que conheço bem.
Hoje, 8 de junho, a Cidade de Arujá comemora 159 anos de fundação e 52 anos de emancipação política e administrativa.
Arujá, também conhecida como Cidade Natureza, é administrada pelo meu amigo Prefeito Abel Larini, que cumpre o terceiro mandato. Ali, a natureza ainda resiste apesar de alguns condomínios de luxo construídos no meio da mata com loteamentos irregulares. É uma cidade próxima de Guarulhos e que tem mostrado o seu prestígio. Como toda cidade, existem alguns problemas, como um loteamento irregular. Vários prefeitos da região se empenharam para a solução do problema, sem muito sucesso e torço para que o Prefeito Abel Larini consiga amenizar ou resolver de vez o que ocorre em Rodrigo Barreto. No mais a Cidade de Arujá, que tem o slogan de Cidade Natureza, está de parabéns. Trata-se de uma cidade cujos moradores têm uma vida saudável e já tem praticamente toda infraestrutura necessária. Parabéns, Arujá, parabéns, Prefeito Abel Larini nesse aniversário de 52 anos de emancipação política. Esse é o jornal da cidade no qual há uma matéria parabenizando a cidade e, ao mesmo tempo, contando um pouco da sua história. Parabéns, povo de Arujá.
Discurso que proferi na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a 059ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 08 de junho.
Deputado Estadual José Candido
Hoje, 8 de junho, a Cidade de Arujá comemora 159 anos de fundação e 52 anos de emancipação política e administrativa.
Arujá, também conhecida como Cidade Natureza, é administrada pelo meu amigo Prefeito Abel Larini, que cumpre o terceiro mandato. Ali, a natureza ainda resiste apesar de alguns condomínios de luxo construídos no meio da mata com loteamentos irregulares. É uma cidade próxima de Guarulhos e que tem mostrado o seu prestígio. Como toda cidade, existem alguns problemas, como um loteamento irregular. Vários prefeitos da região se empenharam para a solução do problema, sem muito sucesso e torço para que o Prefeito Abel Larini consiga amenizar ou resolver de vez o que ocorre em Rodrigo Barreto. No mais a Cidade de Arujá, que tem o slogan de Cidade Natureza, está de parabéns. Trata-se de uma cidade cujos moradores têm uma vida saudável e já tem praticamente toda infraestrutura necessária. Parabéns, Arujá, parabéns, Prefeito Abel Larini nesse aniversário de 52 anos de emancipação política. Esse é o jornal da cidade no qual há uma matéria parabenizando a cidade e, ao mesmo tempo, contando um pouco da sua história. Parabéns, povo de Arujá.
Discurso que proferi na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a 059ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 08 de junho.
Deputado Estadual José Candido
CANDIDO COMENTA : SANTA CASA DE SUZANO
O SR. JOSÉ CÂNDIDO - PT - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, telespectadores da TV Assembleia, estou compadecido com os pais das crianças que vieram a óbito nos últimos dias na Santa Casa. Estou compadecido porque estão aproveitando para fazer politicagem em cima do sentimento das pessoas. A Santa Casa de Suzano sempre caminhou mal com a irmandade, conivente com empresários da saúde, a ponto de o Ministério Público pedir que o prefeito nomeasse um interventor para tirar a Santa Casa da UTI.
A pedido do Ministério Público, esse interventor renovou a intervenção porque encontrou fatos lastimáveis quanto à administração da irmandade. Essa intervenção foi prorrogada. Logo em seguida, a Cidade de Suzano entrou em um caos quando os dois hospitais particulares da cidade fecharam. Para que a situação não fosse de calamidade, um dos hospitais foi alugado pelo interventor com a conivência da prefeitura.
Mas vamos aos fatos da mortalidade na Santa Casa. Lamentavelmente, isso também aconteceu em Mogi das Cruzes e em várias cidades. Em algumas cidades, a causa é infecção, em outras é falta de aparelhamento, em outras é o excesso do número de casos de atendimento. O que aconteceu em Suzano foi justamente isso. Vejamos as quatro últimas mortes. A mãe de um dos bebês já estava com a bolsa sem líquido havia 11 dias. Um dos bebês nasceu com 850 gramas, outro nasceu com um pouco mais que isso. Ou seja, dois bebês nasceram com menos de um quilo. O quarto bebê era filho de uma adolescente usuária de drogas. É claro, Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, que essas fatalidades acontecem. A maioria dos 19 bebês nascidos desde o começo do ano foram casos semelhantes a esses. Se fizermos um levantamento no Estado de São Paulo, se fizermos um levantamento em geral, infelizmente encontraremos casos de mortalidade infantil, porque moramos num país onde ainda existem pessoas na miserabilidade, com muitas mulheres que não fazem o pré-natal.
Acho absurdo é que existe um jornaleco lá na cidade - que eu não posso provar nesta tribuna - que dá a impressão de que é pago para denegrir a imagem e a administração da Cidade de Suzano, que tem sido um exemplo para as cidades do Alto Tietê e para todo o Estado. Suzano tem 56 anos de emancipação política. Em um distrito, tinha duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), nenhuma funcionando 24 horas. Hoje, a cidade está repleta de UBSs. Também não tinha o Programa Saúde da Família.
Fui pego de surpresa, mas amanhã terei a oportunidade de trazer informações sobre quem estava na administração passada e sobre quem está na administração atual nesses quase sete anos, para provar por “a” mais “b” que a cidade mudou nas áreas da Saúde, da Educação, etc.
Agradeço ao nobre Líder, Deputado Enio Tatto, que me deu a oportunidade de falar de um fato que está sendo transformado em politicagem. Fico triste com isso, Deputado Estevam Galvão. Houve intervenção em várias Santas Casas e, até hoje, esta é a primeira vez uma intervenção chega a esta Casa de Leis para ser discutida.
Sr. Presidente da Comissão de Saúde, acho bom que no dia 17 os deputados façam uma visita in loco para ouvir do interventor a realidade. Acredito que, em dois ou três dias, tenhamos uma pesquisa para mostrar que a Cidade de Suzano é campeã dos últimos tempos no combate à mortalidade infantil e tem feito um bom trabalho.
É bom que os deputados vão à cidade, é bom que o Deputado Luis Carlos Gondim, que é médico, vá à cidade. Assim, teremos a oportunidade de conhecer a realidade e saber o que é política e o que é politicagem.
Discurso que proferi na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a 059ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 08 de junho.
Deputado Estadual José Candido
A pedido do Ministério Público, esse interventor renovou a intervenção porque encontrou fatos lastimáveis quanto à administração da irmandade. Essa intervenção foi prorrogada. Logo em seguida, a Cidade de Suzano entrou em um caos quando os dois hospitais particulares da cidade fecharam. Para que a situação não fosse de calamidade, um dos hospitais foi alugado pelo interventor com a conivência da prefeitura.
Mas vamos aos fatos da mortalidade na Santa Casa. Lamentavelmente, isso também aconteceu em Mogi das Cruzes e em várias cidades. Em algumas cidades, a causa é infecção, em outras é falta de aparelhamento, em outras é o excesso do número de casos de atendimento. O que aconteceu em Suzano foi justamente isso. Vejamos as quatro últimas mortes. A mãe de um dos bebês já estava com a bolsa sem líquido havia 11 dias. Um dos bebês nasceu com 850 gramas, outro nasceu com um pouco mais que isso. Ou seja, dois bebês nasceram com menos de um quilo. O quarto bebê era filho de uma adolescente usuária de drogas. É claro, Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, que essas fatalidades acontecem. A maioria dos 19 bebês nascidos desde o começo do ano foram casos semelhantes a esses. Se fizermos um levantamento no Estado de São Paulo, se fizermos um levantamento em geral, infelizmente encontraremos casos de mortalidade infantil, porque moramos num país onde ainda existem pessoas na miserabilidade, com muitas mulheres que não fazem o pré-natal.
Acho absurdo é que existe um jornaleco lá na cidade - que eu não posso provar nesta tribuna - que dá a impressão de que é pago para denegrir a imagem e a administração da Cidade de Suzano, que tem sido um exemplo para as cidades do Alto Tietê e para todo o Estado. Suzano tem 56 anos de emancipação política. Em um distrito, tinha duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), nenhuma funcionando 24 horas. Hoje, a cidade está repleta de UBSs. Também não tinha o Programa Saúde da Família.
Fui pego de surpresa, mas amanhã terei a oportunidade de trazer informações sobre quem estava na administração passada e sobre quem está na administração atual nesses quase sete anos, para provar por “a” mais “b” que a cidade mudou nas áreas da Saúde, da Educação, etc.
Agradeço ao nobre Líder, Deputado Enio Tatto, que me deu a oportunidade de falar de um fato que está sendo transformado em politicagem. Fico triste com isso, Deputado Estevam Galvão. Houve intervenção em várias Santas Casas e, até hoje, esta é a primeira vez uma intervenção chega a esta Casa de Leis para ser discutida.
Sr. Presidente da Comissão de Saúde, acho bom que no dia 17 os deputados façam uma visita in loco para ouvir do interventor a realidade. Acredito que, em dois ou três dias, tenhamos uma pesquisa para mostrar que a Cidade de Suzano é campeã dos últimos tempos no combate à mortalidade infantil e tem feito um bom trabalho.
É bom que os deputados vão à cidade, é bom que o Deputado Luis Carlos Gondim, que é médico, vá à cidade. Assim, teremos a oportunidade de conhecer a realidade e saber o que é política e o que é politicagem.
Discurso que proferi na Assembléia Legislativa de São Paulo, durante a 059ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 08 de junho.
Deputado Estadual José Candido
sexta-feira, 3 de junho de 2011
DIA DE LUTA CONTRA O TABACO.
O SR. JOSÉ CÂNDIDO - PT - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, público que hoje prestigia esta Casa nas galerias, amigos assíduos da TV Assembleia, hoje o assunto que predomina nesta tribuna é sobre vícios, o uso de drogas.
“Dia Mundial sem Tabaco
A Organização Mundial da Saúde (OMS) criou o Dia Mundial sem Tabaco, comemorado no dia 31 de maio, pelos 191 países membros da organização. Ela pretende sensibilizar a comunidade em geral sobre os malefícios do consumo dos produtos derivados do tabaco, divulgar e reforçar as leis que restringem o uso do tabaco em ambientes fechados, estimular os principais empregadores a converterem suas empresas em ambientes livres de tabaco, promover e divulgar o Programa Nacional para o Controle do Tabagismo, divulgar e apoiar o desenvolvimento e adoção da Convenção Quadro Internacional para o Controle do Tabaco, proposta pela Assembleia Mundial de Saúde.
Após anos de consumo, o tabaco vem perdendo suas características “positivas”, e mostrando seu verdadeiro perfil. Hoje não há mais muita dúvida sobre os malefícios do uso de seus derivados para a saúde do fumante e de todos que vivem ao seu redor. O tabagismo, segundo vários estudos, é responsável por 200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora), e quase 50 doenças diferentes.
Principais malefícios do cigarro
As doenças cardiovasculares e o câncer são as principais causas de morte por doença no Brasil, sendo que o câncer de pulmão é a primeira causa de morte por câncer. Apenas 6,7% dos casos de câncer de pulmão não está relacionado ao cigarro, pois 90% ocorre em fumantes, e 3,3% em fumantes passivos (pessoas que apenas convivem com a fumaça do cigarro).
Na maioria das vezes, o cigarro leva à morte por doença coronariana (obstrução das artérias do coração), bronquite e enfisema, câncer no pulmão, outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero), e doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral e obstrução na circulação das pernas). Mesmo não levando à morte, este hábito pode causar impotência sexual no homem, complicações maternas e fetais na gravidez, úlcera do aparelho digestivo, infecções respiratórias, e trombose vascular; podendo culminar com amputação de extremidades e membros inferiores.
Fumante passivo
O cigarro não afeta apenas as pessoas que optam por este hábito sabidamente prejudicial. Os não-fumantes expostos à sua fumaça absorvem nicotina, monóxido de carbono e outras substâncias contidas no cigarro, charuto ou cachimbo, da mesma forma que os fumantes. A quantidade de tóxicos absorvidos passivamente depende da extensão e da intensidade da exposição, além da qualidade da ventilação do ambiente. Os fumantes passivos sofrem os efeitos imediatos da poluição tabágica ambiental, tais como irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, dor de cabeça, exacerbação de problemas alérgicos e cardíacos - principalmente elevação da pressão arterial e angina (dor no peito). Outros efeitos a médio e longo prazo são a redução da capacidade funcional respiratória, aumento do risco de aterosclerose e aumento do número de infecções respiratórias em crianças.
Avanços na legislação
No Brasil progressivamente surgem leis em nível estadual e municipal preservando os direitos dos não-fumantes. A propaganda e publicidade dos derivados do tabaco em revistas, jornais, televisão, rádio e outdoors está proibida, assim como o patrocínio de eventos esportivos nacionais e culturais pela indústria tabaqueira; o uso desses produtos nos veículos de transporte coletivo; a venda por via postal; a distribuição de amostra ou brinde; a propaganda por meio eletrônico, inclusive Internet; e a comercialização em estabelecimentos de ensino e de saúde. Também foi determinada a veiculação de advertências sobre os malefícios do tabagismo nas embalagens e qualquer tipo de propaganda sobre o produto; além da proibição do fumo em ambientes públicos fechados, exceto em áreas reservadas aos fumantes.
Fonte: Boa Saúde.”
Os Deputados Edson Ferrarini, João Antonio e outros abordaram esse tema. Nunca houve proibição para essa droga, mas ela também é uma droga e mata. O vício do cigarro é tão avassalador que foi criada a Lei de Alerta: todos os maços de cigarro estampam fotografias assustadoras e diz que aquilo é consequência do uso do cigarro. Os viciados em cigarro são tão doentes, sabem que podem morrer em conseqüência do fumo, mas uns brincam, falam que querem morrer devagarinho, outros protestam e dizem que para eles não faz mal, mas comprovadamente o cigarro é prejudicial à saúde. Quando eu era vereador na Cidade de Suzano, aprovamos uma lei que proibia o fumo do cigarro no recinto da Câmara Municipal. Usei a tribuna nesse dia e fui um pouco exagerado, a meu ver. Falei que todos os fumantes eram pouco inteligentes.
O Presidente da Câmara era médico e assim que terminei o meu pronunciamento, ele pediu para o vice assumir e pediu a palavra. Eu esperava que ele viesse fazer uma defesa e contestar o meu discurso. E ele falou: "Quero dizer ao Vereador Candido que tenho dois defeitos: sou pouco inteligente e sou burro, porque sou médico, mas não posso parar de fumar."
As pessoas têm dificuldade quando se viciam. Imaginem, então, os viciados em crack, que é oriundo do uso da maconha. Todos os viciados, é comprovado, começam com a maconha e não param nunca mais.
Portanto, concordo com todas as palavras ditas aqui, até agora, porque nosso ex-Presidente da República, Fernando Henrique, foi covarde, porque não teve a coragem, pelos oitos anos em que foi Presidente de levantar essa polêmica e agora, para virar notícia, para ficar na mídia, comete essa barbaridade e defende a liberação da maconha.
Discurso que proferi na Assembleia Legislativa de São Paulo, durante a 053ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 31 de maio.
Deputado Estadual José Candido
“Dia Mundial sem Tabaco
A Organização Mundial da Saúde (OMS) criou o Dia Mundial sem Tabaco, comemorado no dia 31 de maio, pelos 191 países membros da organização. Ela pretende sensibilizar a comunidade em geral sobre os malefícios do consumo dos produtos derivados do tabaco, divulgar e reforçar as leis que restringem o uso do tabaco em ambientes fechados, estimular os principais empregadores a converterem suas empresas em ambientes livres de tabaco, promover e divulgar o Programa Nacional para o Controle do Tabagismo, divulgar e apoiar o desenvolvimento e adoção da Convenção Quadro Internacional para o Controle do Tabaco, proposta pela Assembleia Mundial de Saúde.
Após anos de consumo, o tabaco vem perdendo suas características “positivas”, e mostrando seu verdadeiro perfil. Hoje não há mais muita dúvida sobre os malefícios do uso de seus derivados para a saúde do fumante e de todos que vivem ao seu redor. O tabagismo, segundo vários estudos, é responsável por 200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora), e quase 50 doenças diferentes.
Principais malefícios do cigarro
As doenças cardiovasculares e o câncer são as principais causas de morte por doença no Brasil, sendo que o câncer de pulmão é a primeira causa de morte por câncer. Apenas 6,7% dos casos de câncer de pulmão não está relacionado ao cigarro, pois 90% ocorre em fumantes, e 3,3% em fumantes passivos (pessoas que apenas convivem com a fumaça do cigarro).
Na maioria das vezes, o cigarro leva à morte por doença coronariana (obstrução das artérias do coração), bronquite e enfisema, câncer no pulmão, outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero), e doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral e obstrução na circulação das pernas). Mesmo não levando à morte, este hábito pode causar impotência sexual no homem, complicações maternas e fetais na gravidez, úlcera do aparelho digestivo, infecções respiratórias, e trombose vascular; podendo culminar com amputação de extremidades e membros inferiores.
Fumante passivo
O cigarro não afeta apenas as pessoas que optam por este hábito sabidamente prejudicial. Os não-fumantes expostos à sua fumaça absorvem nicotina, monóxido de carbono e outras substâncias contidas no cigarro, charuto ou cachimbo, da mesma forma que os fumantes. A quantidade de tóxicos absorvidos passivamente depende da extensão e da intensidade da exposição, além da qualidade da ventilação do ambiente. Os fumantes passivos sofrem os efeitos imediatos da poluição tabágica ambiental, tais como irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, dor de cabeça, exacerbação de problemas alérgicos e cardíacos - principalmente elevação da pressão arterial e angina (dor no peito). Outros efeitos a médio e longo prazo são a redução da capacidade funcional respiratória, aumento do risco de aterosclerose e aumento do número de infecções respiratórias em crianças.
Avanços na legislação
No Brasil progressivamente surgem leis em nível estadual e municipal preservando os direitos dos não-fumantes. A propaganda e publicidade dos derivados do tabaco em revistas, jornais, televisão, rádio e outdoors está proibida, assim como o patrocínio de eventos esportivos nacionais e culturais pela indústria tabaqueira; o uso desses produtos nos veículos de transporte coletivo; a venda por via postal; a distribuição de amostra ou brinde; a propaganda por meio eletrônico, inclusive Internet; e a comercialização em estabelecimentos de ensino e de saúde. Também foi determinada a veiculação de advertências sobre os malefícios do tabagismo nas embalagens e qualquer tipo de propaganda sobre o produto; além da proibição do fumo em ambientes públicos fechados, exceto em áreas reservadas aos fumantes.
Fonte: Boa Saúde.”
Os Deputados Edson Ferrarini, João Antonio e outros abordaram esse tema. Nunca houve proibição para essa droga, mas ela também é uma droga e mata. O vício do cigarro é tão avassalador que foi criada a Lei de Alerta: todos os maços de cigarro estampam fotografias assustadoras e diz que aquilo é consequência do uso do cigarro. Os viciados em cigarro são tão doentes, sabem que podem morrer em conseqüência do fumo, mas uns brincam, falam que querem morrer devagarinho, outros protestam e dizem que para eles não faz mal, mas comprovadamente o cigarro é prejudicial à saúde. Quando eu era vereador na Cidade de Suzano, aprovamos uma lei que proibia o fumo do cigarro no recinto da Câmara Municipal. Usei a tribuna nesse dia e fui um pouco exagerado, a meu ver. Falei que todos os fumantes eram pouco inteligentes.
O Presidente da Câmara era médico e assim que terminei o meu pronunciamento, ele pediu para o vice assumir e pediu a palavra. Eu esperava que ele viesse fazer uma defesa e contestar o meu discurso. E ele falou: "Quero dizer ao Vereador Candido que tenho dois defeitos: sou pouco inteligente e sou burro, porque sou médico, mas não posso parar de fumar."
As pessoas têm dificuldade quando se viciam. Imaginem, então, os viciados em crack, que é oriundo do uso da maconha. Todos os viciados, é comprovado, começam com a maconha e não param nunca mais.
Portanto, concordo com todas as palavras ditas aqui, até agora, porque nosso ex-Presidente da República, Fernando Henrique, foi covarde, porque não teve a coragem, pelos oitos anos em que foi Presidente de levantar essa polêmica e agora, para virar notícia, para ficar na mídia, comete essa barbaridade e defende a liberação da maconha.
Discurso que proferi na Assembleia Legislativa de São Paulo, durante a 053ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 31 de maio.
Deputado Estadual José Candido
quinta-feira, 2 de junho de 2011
CRÍTICA AO JORNAL DO ALTO TIÊTE
O SR. JOSÉ CÂNDIDO - PT - Sr. Presidente, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, volto à tribuna para falar do trabalho de alguns profissionais que exercem a função de forma antiética. Refiro-me à imprensa.
No mandato do Presidente Lula tivemos alguns embates sobre a liberdade de imprensa e até hoje, em alguns lugares, os profissionais da comunicação pedem respeito.
Estou na política desde 1988. Assumi o mandato de vereador no dia 1° de janeiro de 89. Foram três mandatos consecutivos. Depois fiquei cinco anos na Coordenação da Macroregião do PT em Guarulhos, e estou no segundo mandato de Deputado Estadual. Nunca tive problemas com os profissionais da imprensa, com os profissionais da mídia, com os profissionais da Comunicação. Mas alguns jornais conseguem envergonhar o trabalho da mídia, ou melhor, da imprensa, alguns jornais se prestam a fazer o serviço sujo sob a influência de algumas pessoas ou de alguns segmentos. Estou falando do jornal “Diário do Alto Tietê”. Com sede em Mogi das Cruzes temos o “Mogi News” e com sede na Cidade de Suzano o “Diário do Alto Tietê”, que vem envergonhando os profissionais da mídia. É um jornal que não tem credibilidade. Quando trabalha com segundas intenções, pega pesado levantando calúnias em cima das pessoas. De repente muda de lado e passa a fazer o bem. Ora, a palavra é compromisso assumido. Um jornal que durante dois, três, quatro meses, em todos os dias fala mal de uma determinada pessoa e de repente passa a falar bem para mim não tem credibilidade.
O “Diário do Alto Tietê” quando perdeu a licitação, resolveu mudar de lado. Antes da licitação, dava gosto de ler o jornal. Quando perdeu a licitação simplesmente mudou de lado e passou a fazer comunicações infundadas. Está na mídia a politicagem que vem fazendo em cima da Santa Casa de Suzano. O que tem acontecido lá lamentavelmente acontece quase que em todas as cidades. Refiro-me à mortalidade infantil. Suzano virou a cidade mais criminosa do País na linguagem desse jornaleco sem-vergonha, o “Diário do Alto Tietê”. Só numa página desse tablóide vejo três manchetes que não têm nada a ver com o que vem acontecendo na cidade.
“Célia faz pouco caso das mortes de bebês”. Célia é a nossa Secretária da Saúde.
A matéria fala da morte de uma criança que deu entrada no pronto-socorro - não na Santa Casa - com meningite e faleceu. Ou seja, a criança já vinha de um outro tratamento.
Outra manchete mentirosa desse jornaleco: “Heroilma é favorável à interdição da Santa Casa.”
O que diz a deputada, com muita ponderação? Diz o jornal: “A petebista argumentou que a interdição será necessária se for constatado algo de irregular na Santa Casa”. Falou a verdade. E se tiver algo irregular não será a deputada, nem este deputado, nem a Assembleia Legislativa, mas o Poder Judiciário, o Ministério Público que determinará o fechamento. O que diz a manchete? “É favorável à interdição do hospital”. Isso só em uma página. Há outra manchete: “Hospital federal fica só nas palavras.” Srs. Deputados e Sras. Deputadas, o hospital federal será construído em Suzano, mas a secretária de Saúde e o prefeito já estão anunciando a regionalização desse hospital porque a saúde no Alto Tietê, e, por que não dizer, em todo o Brasil, está na UTI. Não é novidade para ninguém a situação da saúde em nosso país. A secretária foi à reunião geral com todos os secretários de saúdes do Alto Tietê e fez questão de dizer que o hospital federal será construído na cidade de Suzano, mas servirá a toda a população do Alto Tietê. Essa declaração da secretária de Saúde deu oportunidade ao nosso Governador Alckmim, em Biritiba Mirim, quando de uma inauguração, dizer que vai investir dinheiro do Estado no hospital de Suzano porque é necessário. Vejam o que esse jornaleco escreve: “Hospital federal fica só nas palavras.”
Então, Sr. Presidente e Srs. Deputados, não dá para acreditar em uma imprensa dessa, que vive mendigando, ou em alguém que às vezes não tem malícia ou é malicioso demais para fazer notícias, para fazer manchete. Que ética profissional tem um jornalista desses?
Eu comecei dizendo que durante minha vida política sempre fui respeitado e sempre respeitei a imprensa. Todavia, há momentos em que temos que falar o que sentimos, pois não é possível pessoas usarem a desgraça, o sentimento de pais que perdem seus filhos para fazer politicagem. Não sei em nome de quem, mas está havendo, na cidade de Suzano, uma politicagem sem tamanho.
Eu e o Deputado André do Prado estivemos na Santa Casa para visitar a UTI neo-natal e ouvimos as explicações da secretária de Saúde, do interventor, e quero dizer que a Santa Casa é o único local de atendimento à saúde da cidade. Haviam dois hospitais particulares. O promotor público pediu ao prefeito para intervir na Santa Casa por existirem irregularidades, por incapacidade administrativa da direção. Meses depois foram fechados dois hospitais particulares, o que sobrecarregou a Santa Casa. É normal, numa superlotação, aumentar o percentual de natimortos.
Esse, Sr. Presidente, é um desabafo que faço e estou mandando um recado para os jornalistas, para o responsável pelo jornal do Alto Tietê criar vergonha na cara e deixar de tirar proveito do sentimento de pais que perderam os seus filhos por uma fatalidade.
Discurso que proferi na Assembleia Legislativa de São Paulo, durante a 053ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 31 de maio.
Deputado Estadual José Candido
No mandato do Presidente Lula tivemos alguns embates sobre a liberdade de imprensa e até hoje, em alguns lugares, os profissionais da comunicação pedem respeito.
Estou na política desde 1988. Assumi o mandato de vereador no dia 1° de janeiro de 89. Foram três mandatos consecutivos. Depois fiquei cinco anos na Coordenação da Macroregião do PT em Guarulhos, e estou no segundo mandato de Deputado Estadual. Nunca tive problemas com os profissionais da imprensa, com os profissionais da mídia, com os profissionais da Comunicação. Mas alguns jornais conseguem envergonhar o trabalho da mídia, ou melhor, da imprensa, alguns jornais se prestam a fazer o serviço sujo sob a influência de algumas pessoas ou de alguns segmentos. Estou falando do jornal “Diário do Alto Tietê”. Com sede em Mogi das Cruzes temos o “Mogi News” e com sede na Cidade de Suzano o “Diário do Alto Tietê”, que vem envergonhando os profissionais da mídia. É um jornal que não tem credibilidade. Quando trabalha com segundas intenções, pega pesado levantando calúnias em cima das pessoas. De repente muda de lado e passa a fazer o bem. Ora, a palavra é compromisso assumido. Um jornal que durante dois, três, quatro meses, em todos os dias fala mal de uma determinada pessoa e de repente passa a falar bem para mim não tem credibilidade.
O “Diário do Alto Tietê” quando perdeu a licitação, resolveu mudar de lado. Antes da licitação, dava gosto de ler o jornal. Quando perdeu a licitação simplesmente mudou de lado e passou a fazer comunicações infundadas. Está na mídia a politicagem que vem fazendo em cima da Santa Casa de Suzano. O que tem acontecido lá lamentavelmente acontece quase que em todas as cidades. Refiro-me à mortalidade infantil. Suzano virou a cidade mais criminosa do País na linguagem desse jornaleco sem-vergonha, o “Diário do Alto Tietê”. Só numa página desse tablóide vejo três manchetes que não têm nada a ver com o que vem acontecendo na cidade.
“Célia faz pouco caso das mortes de bebês”. Célia é a nossa Secretária da Saúde.
A matéria fala da morte de uma criança que deu entrada no pronto-socorro - não na Santa Casa - com meningite e faleceu. Ou seja, a criança já vinha de um outro tratamento.
Outra manchete mentirosa desse jornaleco: “Heroilma é favorável à interdição da Santa Casa.”
O que diz a deputada, com muita ponderação? Diz o jornal: “A petebista argumentou que a interdição será necessária se for constatado algo de irregular na Santa Casa”. Falou a verdade. E se tiver algo irregular não será a deputada, nem este deputado, nem a Assembleia Legislativa, mas o Poder Judiciário, o Ministério Público que determinará o fechamento. O que diz a manchete? “É favorável à interdição do hospital”. Isso só em uma página. Há outra manchete: “Hospital federal fica só nas palavras.” Srs. Deputados e Sras. Deputadas, o hospital federal será construído em Suzano, mas a secretária de Saúde e o prefeito já estão anunciando a regionalização desse hospital porque a saúde no Alto Tietê, e, por que não dizer, em todo o Brasil, está na UTI. Não é novidade para ninguém a situação da saúde em nosso país. A secretária foi à reunião geral com todos os secretários de saúdes do Alto Tietê e fez questão de dizer que o hospital federal será construído na cidade de Suzano, mas servirá a toda a população do Alto Tietê. Essa declaração da secretária de Saúde deu oportunidade ao nosso Governador Alckmim, em Biritiba Mirim, quando de uma inauguração, dizer que vai investir dinheiro do Estado no hospital de Suzano porque é necessário. Vejam o que esse jornaleco escreve: “Hospital federal fica só nas palavras.”
Então, Sr. Presidente e Srs. Deputados, não dá para acreditar em uma imprensa dessa, que vive mendigando, ou em alguém que às vezes não tem malícia ou é malicioso demais para fazer notícias, para fazer manchete. Que ética profissional tem um jornalista desses?
Eu comecei dizendo que durante minha vida política sempre fui respeitado e sempre respeitei a imprensa. Todavia, há momentos em que temos que falar o que sentimos, pois não é possível pessoas usarem a desgraça, o sentimento de pais que perdem seus filhos para fazer politicagem. Não sei em nome de quem, mas está havendo, na cidade de Suzano, uma politicagem sem tamanho.
Eu e o Deputado André do Prado estivemos na Santa Casa para visitar a UTI neo-natal e ouvimos as explicações da secretária de Saúde, do interventor, e quero dizer que a Santa Casa é o único local de atendimento à saúde da cidade. Haviam dois hospitais particulares. O promotor público pediu ao prefeito para intervir na Santa Casa por existirem irregularidades, por incapacidade administrativa da direção. Meses depois foram fechados dois hospitais particulares, o que sobrecarregou a Santa Casa. É normal, numa superlotação, aumentar o percentual de natimortos.
Esse, Sr. Presidente, é um desabafo que faço e estou mandando um recado para os jornalistas, para o responsável pelo jornal do Alto Tietê criar vergonha na cara e deixar de tirar proveito do sentimento de pais que perderam os seus filhos por uma fatalidade.
Discurso que proferi na Assembleia Legislativa de São Paulo, durante a 053ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 31 de maio.
Deputado Estadual José Candido
SANTA CASA DE SUZANO
O SR. JOSÉ CÂNDIDO - PT - Sr. Presidente, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, público que assiste a TV Assembleia, funcionários da Casa, hoje estou aqui na tribuna para comentar sobre os últimos acontecimentos na cidade de Suzano com referência à saúde.
Em Suzano, tinha uma Santa Casa, dois hospitais particulares, que também atendiam o SUS, e, de repente, os dois hospitais fecharam. Mas, antes de os dois hospitais fecharem, a Santa Casa foi o primeiro hospital a mostrar a sua deficiência e o Ministério Público pediu que alguém fizesse a intervenção. É claro que esse alguém teve que ser a Prefeitura Municipal.
No dia 11 de agosto de 2009, a Prefeitura fez a intervenção para que a Santa Casa não fechasse as portas. Dias depois, fecharam os dois hospitais particulares. Houve a necessidade de, a Secretaria da Saúde junto com a Prefeitura, alugar um dos hospitais para continuar o atendimento do povo daquela cidade.
Mas, recentemente, aconteceram algumas mortes de recém-nascidos na UTI Neonatal da Santa Casa. Houve um barulho em cima disso e percebe-se que não é um lamento em solidariedade aos pais que perderam seus filhos e, sim, uma oportunidade para fazer politicagem em cima desses acontecimentos. Foram acionadas tanto a Vigilância Sanitária da região como do Estado, que detectaram que a causa não foi infecção hospitalar. Este foi o principal motivo da politicagem, para dizer que o interventor estava deixando a infecção hospitalar tomar conta do UTI neonatal. Levantaram, sim, alguns outros problemas, aliás, a Vigilância Sanitária estadual fez denúncias fundadas e infundadas, mas nada se constatou quanto à infecção hospitalar. O que tem acontecido? De janeiro deste ano até agora tivemos a morte de 17 recém-nascidos. Lamento porque é muito triste para um pai e uma mãe perderem um filho, mas o que está ocorrendo é que tanto na cidade como na região porque a demanda cresceu assustadoramente. Para terem uma ideia, a Santa Casa de Suzano realizava em torno de 260 partos por mês. Hoje, com a falta dos dois hospitais, ela chega a realizar 320 partos mensais. Algumas dessas mortes, lamentavelmente - digo isto com muita tristeza - se dão ou por conta de partos prematuros. Dos quatro recém-nascidos que morreram, dois tinham menos de um quilo e outro porque a mãe vinha perdendo líquido há onze dias.
Amanhã terei oportunidade de participar da Comissão de Saúde e levarei um relatório com mais detalhes para provar aos pais dessas crianças que faleceram que estão usando de sua tristeza para desarticular a Santa Casa, que tem sido a salvação para a cidade e região.
Convido aqueles que possam estar achando isso bom a refletir, digo-os que não se faz politicagem em cima da tristeza das pessoas.
Discurso que proferi na Assembleia Legislativa de São Paulo, durante a 052ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 30 de maio.
Deputado Estadual José Candido
Em Suzano, tinha uma Santa Casa, dois hospitais particulares, que também atendiam o SUS, e, de repente, os dois hospitais fecharam. Mas, antes de os dois hospitais fecharem, a Santa Casa foi o primeiro hospital a mostrar a sua deficiência e o Ministério Público pediu que alguém fizesse a intervenção. É claro que esse alguém teve que ser a Prefeitura Municipal.
No dia 11 de agosto de 2009, a Prefeitura fez a intervenção para que a Santa Casa não fechasse as portas. Dias depois, fecharam os dois hospitais particulares. Houve a necessidade de, a Secretaria da Saúde junto com a Prefeitura, alugar um dos hospitais para continuar o atendimento do povo daquela cidade.
Mas, recentemente, aconteceram algumas mortes de recém-nascidos na UTI Neonatal da Santa Casa. Houve um barulho em cima disso e percebe-se que não é um lamento em solidariedade aos pais que perderam seus filhos e, sim, uma oportunidade para fazer politicagem em cima desses acontecimentos. Foram acionadas tanto a Vigilância Sanitária da região como do Estado, que detectaram que a causa não foi infecção hospitalar. Este foi o principal motivo da politicagem, para dizer que o interventor estava deixando a infecção hospitalar tomar conta do UTI neonatal. Levantaram, sim, alguns outros problemas, aliás, a Vigilância Sanitária estadual fez denúncias fundadas e infundadas, mas nada se constatou quanto à infecção hospitalar. O que tem acontecido? De janeiro deste ano até agora tivemos a morte de 17 recém-nascidos. Lamento porque é muito triste para um pai e uma mãe perderem um filho, mas o que está ocorrendo é que tanto na cidade como na região porque a demanda cresceu assustadoramente. Para terem uma ideia, a Santa Casa de Suzano realizava em torno de 260 partos por mês. Hoje, com a falta dos dois hospitais, ela chega a realizar 320 partos mensais. Algumas dessas mortes, lamentavelmente - digo isto com muita tristeza - se dão ou por conta de partos prematuros. Dos quatro recém-nascidos que morreram, dois tinham menos de um quilo e outro porque a mãe vinha perdendo líquido há onze dias.
Amanhã terei oportunidade de participar da Comissão de Saúde e levarei um relatório com mais detalhes para provar aos pais dessas crianças que faleceram que estão usando de sua tristeza para desarticular a Santa Casa, que tem sido a salvação para a cidade e região.
Convido aqueles que possam estar achando isso bom a refletir, digo-os que não se faz politicagem em cima da tristeza das pessoas.
Discurso que proferi na Assembleia Legislativa de São Paulo, durante a 052ª. Sessão Ordinária, realizada no dia 30 de maio.
Deputado Estadual José Candido
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